Cancro dos ossos: sintomas, evolução e terapia

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008 , Posted by kmMad at 19:22
Cancro dos ossos: sintomas, evolução e terapia
O que é um cancro dos ossos?
É um tumor maligno que se pode desenvolver de maneira ilimitada infiltrando-se nos tecidos limítrofes e também noutros orgãos. Existem os tumores primários, que nascem no próprio tecido ósseo, e os secundários, metástases de tumores nascidos noutros orgãos. Os cancros do rim, do pulmão, da mama ou da tiróide têm uma evolução independente da formação inicial. Entre os tumores primários os sarcomas atacam indivíduos jovens, já a partir dos cinco anos de idade, mas principalmente os adolescentes. No exame microscópico distinguem-se os osteossarcomas, os sarcomas de Ewing, os reticulossarcomas e os condrossarcomas.
SINTOMAS:
-->Dor local ou difusa nos ossos;
-->Tumefacção local;
-->Fractura espontânea;
-->Incómodos nos músculos;
-->Alterações do estado físico geral.
O mieloma é o tumor ósseo mais frequente nas pessoas mais idosas: aparece depois dos quarenta anos de idade e ataca principalmente as costelas, as vértebras e o crânio. Existem também muitas formas de tumores ósseos que, apesar do aspecto assustador das primeiras radiografias, não são malignas. As metástases (tumores secundários) infiltram-se no osso que, aos poucos, danifica-se.
Quais são as causas do cancro dos ossos?
Sabe-se de alguns factores que favorecem os tumores ósseos como, por exemplo, a exposição prolongada a radiações. Às vezes acontece que algumas radioterapias, que tinham curado o tumor inicial, causem um tumor ósseo depois de muitos anos. Outras causas continuam a ser desconhecidas.
Tratamento do cancro dos ossos
Quando se deve consultar o médico?
Todas as dores ósseas, cuja causa não seja um trauma recente, e uma tumefacção em correspondência de um osso devem-nos levar a consultar um médico. Isto é muito importante sobretudo no caso de crianças e adolescentes pois normalmente pensa-se que estes sintomas sejam causados por um excesso de actividade física. Muitas vezes a dor pode enganar e é difícil pensar em algo diferente de uma tendinite rebelde.
O que faz o médico?
O exame clínico não permite formular um diagnóstico. O médico, portanto, manda fazer uma radiografia, às vezes uma tomografia computadorizada nos músculos da região dorida. Se o exame radiográfico revelar um tumor, o paciente é internado para que lhe seja praticada uma biopsia ou uma excisão do tecido ósseo de forma a avaliar a extensão da lesão.
Qual o tratamento para o cancro dos ossos?
Depende da idade e da natureza do tumor. Os sarcomas nos doentes mais jovens são tratados no início com a quimioterapia e a seguir com a radioterapia. A cirurgia limita-se à raspagem do osso para extrair o tumor. Dependendo da extensão das lesões, pode haver necessidade de uma amputação. Os mielomas de doentes mais idosos são geralmente tratados com quimioterapia e radioterapia.
O que podemos fazer?
Nada, a não ser o tratamento específico.
Qual é a evolução do cancro dos ossos?
Os primeiros sintomas são, na maioria dos casos, dores banais mas que não têm explicação; Às vezes, um esforço ou um trauma, que desencadeiam a primeira dor rebelde aos tratamentos antálgicos, faz com que se descubra um tumor ósseo. A tumefacção aparece mais tarde, assim como as dores nos músculos que são provocadas pela invasão da doença nos tecidos entre o osso e os músculos. Quando o tumor está numa fase avançada o paciente definha e perde o apetite.
Os tumores ósseos provocam fracturas espontâneas: o osso, enfraquecido, parte com muita facilidade e às vezes é quando acontece uma destas fracturas que o tumor é descoberto. Se não forem tratados os tumores ósseos, assim como todos os cancros malignos, têm um desenvolvimento que, no caso dos sarcomas, leva à morte dentro de um ou dois anos e um pouco menos rapidamente no caso de mielomas. Se as metástases secundárias do osso se multiplicarem, é um péssimo sintoma: sabe-se porém de casos em que pacientes com metástases solitárias foram curados.
O tratamento é longo, difícil; doloroso e, em alguns casos, obriga a amputar um braço ou uma perna. Cabe ressaltar, no entanto, que o número de casos curados continua a aumentar.
O cancro dos ossos é perigoso?
Se não for tratado o cancro dos ossos leva à morte. As probabilidades de cura dependem da precocidade do diagnóstico.
IMPORTANTE:
Se uma criança ou um adolescente se queixar de dor num osso, ou se tiver um inchaço em correspondência de um osso, deve ser levado imediatamente ao médico. 
 
Fonte: http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/o-cancro-dos-ossos.html

Facebook - Cancro detectado a partir de uma foto

17 de Outubro, 2010
Uma menina de dois anos teve a vida salva depois de uma enfermeira ter visto uma fotografia sua no Facebook. A criança exibia um sintoma visível de cancro, detectado a tempoEra um pequeno pormenor que teria escapado a qualquer olhar, mas não ao de um técnico de saúde habituado a lidar com doentes oncológicos.
Numa foto de Grace Freeman, uma menina britânica de dois anos, exibida no perfil da mãe Michele, a enfermeira Nicola reparou que o efeito de olhos vermelhos, que ocorre vulgarmente em fotografias com flash, era só visível num dos olhos da criança. No outro olho, o esquerdo, surgia um reflexo branco.
«Estava a ver as fotografias e notei algo anormal», contou a enfermeira de Manchester ao diário inglês The Sun. «Normalmente, quando o efeito do flash é visível nos olhos, surge a cor vermelha. Quando o brilho é branco, significa que algo está mal».
Nicola, com 20 anos de experiência, recomendou a Michele que levasse a filha a uma consulta de rotina. Posteriormente, acabaria por ser diagnosticado um retinoblastoma a Grace.
O diagnóstico precoce permitiu um combate eficaz ao cancro ocular. Grace, que terá que ser acompanhada pelos médicos o resto da vida, não apresenta sequelas.
«Não há dúvidas que a Nicola salvou a vida da minha filha», declarou Michele, que disse «um gigantesco obrigado» à enfermeira.
SOL

Cancro do pulmão pode ser prevenido com metformina

 Cancro do Pulmão- video

 

Saúde

Cancro do pulmão pode ser prevenido com metformina

Um estudo realizado nos Estados Unidos concluiu que o cancro do pulmão pode ser prevenido com metformina, uma substância utilizada no tratamento da diabetes. Os investigadores dizem que pode prevenir o aparecimento de tumores entre os fumadores. O médico Jorge Espírito Santo explicou a importância da descoberta.

2010-10-04 08:48:07

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Médicos alertam para risco de usar tratamentos contra o cancro alternativos e convencionais em simultâneo

Aos 35 anos, Dora descobriu que tinha cancro da mama e ficou “alarmada e muito preocupada”. Após duas cirurgias e prestes a iniciar a quimioterapia, procurou ajuda num naturopata.

“O meu maior medo são os efeitos da quimioterapia, de ficar com as defesas em baixo e ter outras complicações. Por isso, estou a tentar precaver-me com terapias alternativas”, adianta, confessando ter “algum receio” de contar aos médicos que a seguem no hospital que está a fazer outros tratamentos.

Para Dora, a “maior dificuldade” é conseguir que “os médicos falem uns com os outros, de igual para igual, e conseguir que as medicinas se complementem”. “Eu estou a tentar fazer isso, mas é muito difícil. Ou não aceitam de um lado, ou não aceitam do outro”, sublinha.

Teresa, nome fictício, foi mais radical. Ela e o marido optaram por deixar os tratamentos convencionais para tratar do cancro que ambos sofriam.

O marido teve um cancro no maxilar há seis anos. Foi submetido a várias cirurgias e tratamentos que o deixaram muito debilitado e “mutilado”. No decorrer de todo o processo, Teresa descobriu que tinha um cancro na mama.

“Foi um choque para mim, mas depois enfrentei o problema”, conta, lembrando que decidiu desde logo não ser operada e sujeita a “mutilações” como aconteceu com o marido.

“Mamografias não faço mais. Médicos e picas não é comigo”, diz convictamente, frisando que descobriu nas terapias alternativas um meio de viver mais saudável.

Para o presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Carlos Oliveira, é “um erro recorrer às medicinas alternativas como tratamento exclusivo do cancro”, porque “não há nenhuma evidência científica que prove qualquer eficácia”.

Por outro lado, alerta, os tratamentos não devem ser feitos em simultâneo: “Associar tratamentos alternativos à quimioterapia ou a tratamentos hormonais poderá causar interferência entre os medicamentos e os produtos utilizados nas medicinas alternativas”.

“Fora disso, se as pessoas quiserem gastar dinheiro a tomar vitaminas, só lhes faz bem. Mas é preciso que se trate de compostos vitamínicos reconhecidos”, sublinha.

O secretário nacional da Associação Medicina Natural e Bioterapêuticas (AMENA) reconhece que, “neste momento, não é possível dispensar a medicina clássica, nem é desejável”, mas defende que “as medicinas alternativas têm evidências que a medicina tradicional não reconhece porque não quer”.

Para Fernando Neves, as pessoas vão “à procura de um milagre” nas terapias alternativas, quando já não conseguem encontrar uma solução na medicina. “Quando a solução de um lado é demasiada violenta, eles procuram alternativas”, afirma, comentando que “o insucesso pertencerá sempre à medicina”.

Fernando Neves está convicto de que, assim que a legislação sobre terapias alternativas “sair da gaveta”, poderá haver algumas mudanças de posições. “Nós calculamos uma média de 10 anos para começar a conversar com a classe médica porque o orgulho é muito difícil de engolir”, refere.

“Estamos clandestinos em Portugal desde 1942 por decreto-lei. Durante esse tempo fomos fortemente pisados, violados nos nossos princípios, achincalhados em termos públicos para, agora de repente, haver perdão e reconversão”, acrescenta.

Fonte : http://www.publico.pt/Sociedade/medicos-alertam-para-risco-de-usar-tratamentos-contra-o-cancro-alternativos-e-convencionais-em-simultaneo_1421114

Cancro do pâncreas

Cancro do pâncreas 
 
Tipos

No pâncreas podem-se desenvolver tumores malignos distintos, alguns provocados pelo próprio órgão e outros correspondentes à expansão directa de cancros localizados nas estruturas vizinhas ou, então, são procedentes de outros focos, até muito afastados (metástases do cancro do pulmão, mama, rins, etc.).
A maior parte dos tumores malignos primitivos do pâncreas são de tipo carcinoma, formados a partir das células que constituem os ácinos glandulares, canalículos e canais pancreáticos. Podem aparecer em qualquer parte do órgão, ainda que cerca de 70% dos casos se localizem na cabeça do pâncreas, enquanto que 20% dos casos se encontram no corpo do pâncreas e apenas 10% se desenvolvem na cauda.
Esta diferença entre eles acaba por ser de máxima importância, não tanto do ponto de vista do comportamento dos tumores, que por serem malignos têm sempre uma evolução espontânea desfavorável, mas sim no que se refere ao eventual aparecimento de manifestações precoces, aumentando as probabilidades de um diagnóstico preciso e de um tratamento eficaz. Efectivamente, os cancros que se desenvolvem no corpo e na cauda do pâncreas costumam passar despercebidos até às fases de evolução mais avançadas e, normalmente, quando são descobertos, já é tarde para aplicar um tratamento curativo. Por outro lado, os tumores que se localizam na cabeça do órgão têm, por vezes, manifestações características que servem de indício para o problema e propiciam o seu diagnóstico - ao longo do seu desenvolvimento, costumam provocar uma compressão do colédoco, canal das vias biliares que atravessa esta zona do pâncreas para terminar no duodeno, o que provoca uma obstrução do fluxo da bílis e dá lugar a uma sintomatologia especial de que se falará mais adiante.
Manifestações
O cancro do pâncreas costuma ser assintomático durante muito tempo, até que o seu crescimento gradual obstrua o fluxo das secreções pancreáticas ou da bílis até ao duodeno, alterando a função do órgão, ou então que invada as estruturas adjacentes.
As manifestações costumam aparecer em fases já relativamente avançadas da doença, excepto quando o tumor se forma no canal pancreático principal (canal de Wirsung) ou próximo do ponto em que este acaba no duodeno (ampola de Vater), uma vez que se sentem imediatamente os sintomas de uma obstrução das vias biliares (o colédoco acaba junto com o canal de Wirsung no duodeno). Assim, de acordo com a localização do tumor, pode ocorrer uma icterícia como consequência da obstrução do fluxo da bílis provocada pela compressão do colédoco.
Independentemente de este sintoma ocorrer ou não, a principal manifestação é a dor sentida na parte central e superior do abdómen e, por vezes, mais patente no flanco esquerdo ou no direito, alastrando-se até à parte central das costas. Trata-se de uma dor contínua e forte, que se mantém durante a noite e que se vai intensificando com o tempo.
À medida que o tumor se desenvolve, o paciente apresenta uma acentuada perda de apetite, náuseas e vómitos, bem como problemas digestivos provocados pela falha da função pancreática. Tudo isto origina um emagrecimento progressivo, com uma significativa perda de peso que, ocasionalmente, constitui um dos primeiros sinais da doença.
Quando a doença se encontra num estado avançado, aparecem sensações de cansaço e debilidade, febre, distensão abdominal após as refeições e manifestações típicas de falta de suco pancreático, como defecações frequentes e volumosas, com restos de alimentos mal digeridos.
Além disso, pode-se desenvolver a diabetes, se as estruturas pancreáticas incumbidas da produção da insulina (ilhéus de Langerhans) forem destruídas. Este distúrbio metabólico caracteriza-se por um  aumento da concentração de glicose (hiperglicemia) e provoca um aumento da produção de urina e uma grande sensação de sede, entre outras manifestações típicas evidentes. Nos estádios finais da doença cancerosa, o paciente afectado apresenta sinais de desnutrição e, eventualmente, sintomas derivados da infiltração dos órgãos vizinhos ou das propagações à distância do cancro (a temida metástase), com o possível desenvolvimento de numerosas e diversas complicações que colocam em perigo a sua vida.
Tratamento
O único tratamento eficaz do cancro do pâncreas é a cirurgia, com a extracção do tumor e dos tecidos adjacentes presumidamente infiltrados. Geralmente, procede-se à extracção total do pâncreas (pancreatectomia), medida que se pode complementar com a radioterapia (aplicação de radiações) e a quimioterapia (administração de medicamentos anticancerosos). Após a operação, o paciente deverá tomar preparados com enzimas digestivas e medicamentos hormonais que substituam as secreções do pâncreas durante toda a vida.
De qualquer modo, esta acção terapêutica, com intenção curativa, apenas é possível numa percentagem relativamente reduzida dos casos, quando o tumor maligno ainda se encontra nas primeiras fases da doença.
Se o cancro for diagnosticado em estádios mais avançados, como acontece na maior parte dos casos, apenas resta proceder a um tratamento de carácter paliativo, eliminando o foco tumoral e colocando sondas de drenagem para evitar a acumulação de bílis nas vias biliares, juntamente com a medicação adequada para aliviar a dor e restantes incómodos.


Mais deste artigo em: http://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=57

If You Forget Me by Pablo Neruda

If You Forget Me by Pablo Neruda

Frase do dia

Viver é difícil. É preciso resistir. E é preciso, também, ter luz e força: saber o que fazer e ser capaz de o fazer. E nós, que às vezes nos juntamos e falamos das fraquezas dos outros, temos estado também em situações que nos pediam algo de valentia, dignidade, coerência com o que pensamos. E nem sempre fomos capaz de fazer o que devíamos ter feito.
(Paulo Geraldo)

Fibrose quistica, apresentação do blog

"Porquê Salgados Anjos?

Salgados Anjos é uma homenagem aos lindos mas sofridos humanos que carregam consigo a cruz de uma doença chamada Fibrose Quística.Esta homenagem é fruto do meu próprio sofrimento perante a dor e impotência face à agressividade da doença no meu tesouro mais precioso,o meu lindo filho!Por ele e por todos os anjos que vivem ou já viveram neste planeta a que chamamos terra...aqui estou,pronta a começar mais uma batalha,mais um trabalho.Que sirva de voz para os que sofrem,sofreram ou veêm sofrer.


Salgados porquê?Porque é um dos sinais da doença o sabor a sal no suor destes doentes.Esse mesmo sabor pode ser um alerta para os pais da suspeita de Fibrose Quística.Mas sobre a doença farei referência a sites,livros,outros bolgs etc que ajudarão em todo o esclarecimento sobre sintomas,sinais,tratamentos da mesma.


Ainda é um embrião,este projecto,mas estou com fé que se tornará um belo homem,tal como o meu querido filho!Juntos por um futuro melhor!É o lema deste blog.


Anjos?Porque são puros,bons,sofridos e vivem para sempre nos nossos corações!

Salgados Anjos"

Autoria De: Silvia do Blog: 

http://salgadosanjos.blogspot.com/

Comer cru - crudivismo


O que é crudivismo?
Vejam este blog, é muito interessante!

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